Conselho Central Nossa Senhora do Pilar- Nova Lima, Luciana Ester C. Ferreira, Conselho Metropolitano de Governador Valadares, Gráfica O Lutador, Marcos Cavalcante e Maria Lúcia Cardoso, Conselho Metropolitano de Bauru, Lindomar Aparecido de Oliveira , Conselho Metropolitano de Ouro Preto,
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Museu virtual do Conselho Metropolitano de Belo Horizonte
Em fase de teste, estamos disponibilizando no site do DECOM-CMBH um link que o levará a um Blog chamado Museu Virtual do Conselho Metropolitano de belo Horizonte.
Neste Museu Virtual vamos tentar resgatar um pouco da historia da S.S.V.P.
Aqui você vai poder rever a capa daquela primeira regra que você usou. E na biblioteca física do CM-BH você poderá consultá-la.
E aquele folheto de oração que sua conferência mandou editar quando ela completou 5 anos?
E Aquele Marcador de livro que o Conselho Nacional do Brasil distribuiu na 38ª Romaria em Aparecida?
O Chaveiro, o selo comemorativo, as medalhas, Tudo isso você vai encontrar no nosso museu virtual e físico.
Mas para isso precisamos da sua contribuição. Quando for fazer limpeza daquele velho armário da conferência, não jogue a história fora, mande pra gente.
Vamos tentar resgatar a história nacional da SSVP através dos objetos deixados pelos nossos antecessores.
E se você é um historiador ou um pesquisador, venha falar com a gente, estamos tentando reorganizar a nossa história.
Dê sugestões, nos ajude!
Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
José Marcos Ramos
DECOM-CM-BH
Neste Museu Virtual vamos tentar resgatar um pouco da historia da S.S.V.P.
Aqui você vai poder rever a capa daquela primeira regra que você usou. E na biblioteca física do CM-BH você poderá consultá-la.
E aquele folheto de oração que sua conferência mandou editar quando ela completou 5 anos?
E Aquele Marcador de livro que o Conselho Nacional do Brasil distribuiu na 38ª Romaria em Aparecida?
O Chaveiro, o selo comemorativo, as medalhas, Tudo isso você vai encontrar no nosso museu virtual e físico.
Mas para isso precisamos da sua contribuição. Quando for fazer limpeza daquele velho armário da conferência, não jogue a história fora, mande pra gente.
Vamos tentar resgatar a história nacional da SSVP através dos objetos deixados pelos nossos antecessores.
E se você é um historiador ou um pesquisador, venha falar com a gente, estamos tentando reorganizar a nossa história.
Dê sugestões, nos ajude!
Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
José Marcos Ramos
DECOM-CM-BH
domingo, 11 de dezembro de 2011
Ordem dos Pioneiros
Em 12 de dezembro de 1897 em um ato público solene o então presidente do Estado de Minas Gerais, Crispim Jacques Bias Fortes inaugurou a nova capital de Minas Gerais.
LEI Nº 1165, de 12 de dezembro de 1964
INSTITUI A ORDEM DOS PIONEIROS E DETERMINA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Fica instituída, em Belo Horizonte, a ORDEM DOS PIONEIROS, condecoração a ser conferida àqueles moradores da Capital, de qualquer nacionalidade, que, para aqui tendo se transferido à época da fundação, deram à Cidade, nos anos subsequentes, substancial contribuição ao seu desenvolvimento e progresso, em qualquer setor de atividade.
Art. 2º - A condecoração será conferida mediante um critério de apuração e julgamento de uma comissão que, para tal fim, será constituída em outubro de cada ano.
§ 1º - Da comissão farão parte, obrigatòriamente, um representante do Executivo, um do Legislativo, um da Associação dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais e um do Arquivo Público Mineiro.
§ 2º - Aos cidadãos apontados pela Comissão serão expedidos convites pelo Prefeito Municipal, para que recebam a condecoração, sempre no Dia do Aniversário da Cidade, em local de evidência e em alta cerimônia cívica.
Art. 3º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Mando, portanto, a quem o conhecimento e execução da presente Lei pertencer, que a cumpra e faça cumprir, tão inteiramente, como nela se contém.
Belo Horizonte, 12 de dezembro de 1964.
JORGE CARONE FILHO
Prefeito de Belo Horizonte
LEI Nº 3362, 14 de setembro de 1981
ACRESCENTA PARÁGRAFO À LEI Nº 1165, DE
12 DE DEZEMBRO DE 1964.
O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Fica acrescentado ao art. 1º da Lei nº 1165, de 12 de dezembro de 1964, que instituiu a Ordem dos Pioneiros, o seguinte parágrafo:
"Parágrafo Único - Poderão ser incluídas na Ordem dos Pioneiros; para recebimento da condecoração a que se refere este artigo, entidades e organizações, que, comprovadamente, hajam participado dos primórdios da criação e da instalação da Capital do Estado."
Art. 2º - Revogando as disposições em contrário, esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Belo Horizonte, 14 de setembro de 1981.
MAURÍCIO DE FREITAS TEIXEIRA CAMPOS
Prefeito de Belo Horizonte
Em 12 de dezembro de 1981 o então prefeito de Belo Horizonte, Maurício de Freitas Teixeira Campos faz homenagem ao Conselho Metropolitano de BH Fundado em 19/01/1919 inserindo o nome da Sociedade de São Vicente de Paulo na ordem dos pioneiros de Belo Horizonte.
LEI Nº 1165, de 12 de dezembro de 1964
INSTITUI A ORDEM DOS PIONEIROS E DETERMINA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Fica instituída, em Belo Horizonte, a ORDEM DOS PIONEIROS, condecoração a ser conferida àqueles moradores da Capital, de qualquer nacionalidade, que, para aqui tendo se transferido à época da fundação, deram à Cidade, nos anos subsequentes, substancial contribuição ao seu desenvolvimento e progresso, em qualquer setor de atividade.
Art. 2º - A condecoração será conferida mediante um critério de apuração e julgamento de uma comissão que, para tal fim, será constituída em outubro de cada ano.
§ 1º - Da comissão farão parte, obrigatòriamente, um representante do Executivo, um do Legislativo, um da Associação dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais e um do Arquivo Público Mineiro.
§ 2º - Aos cidadãos apontados pela Comissão serão expedidos convites pelo Prefeito Municipal, para que recebam a condecoração, sempre no Dia do Aniversário da Cidade, em local de evidência e em alta cerimônia cívica.
Art. 3º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Mando, portanto, a quem o conhecimento e execução da presente Lei pertencer, que a cumpra e faça cumprir, tão inteiramente, como nela se contém.
Belo Horizonte, 12 de dezembro de 1964.
JORGE CARONE FILHO
Prefeito de Belo Horizonte
LEI Nº 3362, 14 de setembro de 1981
ACRESCENTA PARÁGRAFO À LEI Nº 1165, DE
12 DE DEZEMBRO DE 1964.
O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Fica acrescentado ao art. 1º da Lei nº 1165, de 12 de dezembro de 1964, que instituiu a Ordem dos Pioneiros, o seguinte parágrafo:
"Parágrafo Único - Poderão ser incluídas na Ordem dos Pioneiros; para recebimento da condecoração a que se refere este artigo, entidades e organizações, que, comprovadamente, hajam participado dos primórdios da criação e da instalação da Capital do Estado."
Art. 2º - Revogando as disposições em contrário, esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Belo Horizonte, 14 de setembro de 1981.
MAURÍCIO DE FREITAS TEIXEIRA CAMPOS
Prefeito de Belo Horizonte
Em 12 de dezembro de 1981 o então prefeito de Belo Horizonte, Maurício de Freitas Teixeira Campos faz homenagem ao Conselho Metropolitano de BH Fundado em 19/01/1919 inserindo o nome da Sociedade de São Vicente de Paulo na ordem dos pioneiros de Belo Horizonte.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Projeto Biblioteca Solidária
Estimular a literatura sempre foi um hábito meu. Presenteando com um livro ou mesmo indicando um livro que gostava. Nos meus aniversários sempre ganhava livros, dos meus parentes ou mesmo dos amigos. A minha casa é uma biblioteca, todos aqui gostam de ler. Lemos todo tipo de literatura, tudo que chega à nossa mão, lemos!
Sou muito apegado aos meus livros. Tenho muito amigos escritores e quando eles me enviam os seus últimos trabalhos publicados, eles se tornam únicos para mim, pois sempre veem com uma dedicatória.
Por que estou falando disso? Alguém pode perguntar... E eu respondo: é por causa do projeto: Biblioteca Solidária, idealizado pelo Conselho Particular Antônio Frederico Ozanam, vinculado ao Conselho Central de Castanhal, por sua vez vinculado ao CM de Belém.
A Ideia me contaminou. Formar uma biblioteca com tema vicentinos, numa região não muito rica, num país que normalmente o povo não lê, é estimulante. Eu vou ajudar no que posso.
Leiam o projeto na íntegra e façam a sua parte. Envie um livro daquele confrade amigo, daquele famoso, daquele simplório. Aquele “Manual de presidente do seu conselho”, aquele livrinho de oração que seu pároco publicou... Em fim, mandem algum livro.
Eis o projeto:
APRESENTAÇÃO:
Tendo a leitura, como componente essencial no processo de formação e educação do ser humano, o Conselho Particular Antonio Frederico Ozanam da SSVP busca através de uma Biblioteca com Literaturas vicentinas, dar formação continuada através da leitura de livros voltados para a prática vicentina, já que a mesma se desenvolve diariamente.
JUSTIFICATIVA:
A proposta desse projeto visa à formação Vicentina dentro do contexto de conhecer; adaptar-se às mudanças sociais é um fator relevante na sociedade em que vivemos, uma vez que as informações nunca chegam prontas e acabadas, elas evoluem com o passar dos tempos. Daí a importância de manter-se atualizado e informado. Ser Vicentino e atuante na SSVP nos reporta a refletir sobre o chamado e o envio. Alguém chama e envia para realizar algo.
O título do projeto fala do pedido de Jesus: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca” (Lc 5, 4). É um convite desafiador estendido a todo discípulo de Jesus, em especial aos confrades e consocias.
O mundo em que vivemos é um grande oceano. Neste, há vários tipos de peixes e vários mistérios. As águas mais profundas deste mundo consistem em realidades sombrias que nos causam medo e nos desafiam a cada dia. Os seguidores de Jesus, os vicentinos, chamados para “pescar e resgatar homens” devem realizar tal pesca nestas águas mais profundas. Citemos, a fim de compreendermos melhor o sentido destas águas, alguns lugares, realidades e circunstâncias em que se manifestam a força das ondas oceânicas da vida: zonas de prostituição, favelas, ruas e praças, países paupérrimos, fome, violência, discriminação, agressão à natureza, enfim; o lugar dos empobrecidos e sofredores deste mundo.
OBJETIVO GERAL:
Promover a formação continuada dos vicentinos. A fim de que busquem na leitura conhecer a grandiosa obra a qual pertencem, a SSVP. O que vai refletir diretamente na prática vicentina seja ela: atuando nas paróquias, grupos, mídia, famílias assistidas, obras sociais, escolas e etc.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
ü Partindo da premissa de que a leitura é uma prática sociocultural importante no desenvolvimento das relações sociais.
ü Favorecer a leitura e a escrita através da produção de textos.
ü Trabalhar a concentração e habilidades em falar em público.
ü Estimular a curiosidade em conhecer a origem da SSVP.
PROCEDIMENTO:
ü Roda de conversas com apresentação de livros e estudos em grupos.
ü Cadastro para empréstimo.
ü Explanação sobre a importância de preservação dos livros, os quais serão classificados e catalogados.
ü Incentivar a divulgação das obras vicentinas.
ü Textos informativos; (leitura de textos, Regra Vicentina, imagens e outros meios relacionados à SSVP).
ü Pesquisas; (pedir aos confrades que pesquisem e tragam informações que inspirem e sirvam de modelos para socialização e atividades na biblioteca).
ü Produção de textos, cartazes, painéis e outros; (produções dos confrades, que expressem suas interpretações).
ü Momento para socialização de leituras na conferência, ou em eventos vicentinos.
RECURSOS MATERIAIS:
ü Sala com espaço amplo, iluminado e ventilado
ü Estantes de ferro com prateleiras
ü Mesa com cadeiras ou estofados
ü Cola branca e de isopor
ü Papel, caneta, lápis e caneta
ü Marca texto
ü Cartolinas (cores variadas)
ü Fita isolante
RESPONSÁVEIS:
O projeto será desenvolvido pelo Conselho Particular Antonio Frederico Ozanam, sobre os cuidados e fiscalização do Conselho Central de Castanhal da Sociedade de São Vicente de Paulo. A Biblioteca ficará a disposição de todos os vicentinos, para leitura no local ou empréstimos de livros com prazo determinado, após o preenchimento de um cadastro.
CULMINÂNCIA:
Será feito uma avaliação mensal na Reunião do Particular. E encontros para socialização de obras já lidas. No final de cada livro lido será realizada uma mostra do entendimento de cada um. De acordo com o desejo de cada leitor.
CONCLUSÃO:
Espera-se que o acesso sem custo à Literatura da SSVP alcance resultados significantes para os vicentinos uma vez conscientes serão transmissores de informação, conhecimento, zelo e responsabilidade ética e social de cada um dentro do trabalho desenvolvido junto das famílias assistidas e hierarquias da SSVP que trabalham com a formação vicentina.
Endereço p/ Remessa
Conselho Particular Antônio Frederico Ozanam
Rua Dr. Rui Luiz de Almeida, nº 2.911
Bairro Saudade I Castanhal-Pará
CEP. 68.741-30
Á Consócia Maria do Céu da Silva Galvão todo o meu respeito e carinho pelo projeto.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Rezai e Cantai Vicentinos
Encontrei um pequeno livrinho “Rezai e Cantai Vicentinos”, já desgasto pelo tempo, foi publicado em 1967. Estas duas preciosidades nos ensinam o que é ser vicentino e como devemos: “Irmos aos Pobres”.
HINO VICENTINO
(MÚSICA: Virgem, Mãe Aparecida)
1º
Ser Vicentino é na Vida
Imitar a São Vicente,
Consolar os que sofrem
E esclarecer o descrente.
CÔRO
Quando contente preciso
Lar do pobre transpor,
Levo comigo o sorriso
Da caridade e amor.
2º
Ser Vicentino é ter alma
De verdadeiro Cristão,
Levando aos lares mendigos
A fé, esperança, o pão.
3º
Ser vicentino é ter dote
De justiça e caridade,
Para com Jesus sorrindo
Consolar a humanidade.
4º
Ser vicentino é ao pobre
Saber como se consola,
Espargindo meigamente
As flores santas da esmola.
5º
Sendo assim, ó Deus bondoso
O' Senhor do meu destino,
Faço solene promessa
De sempre ser VICENTINO.
HINO DA CARIDADE
Letra D. Belchior Neto
Caridade fazei Caridade!
S. Vicente de Paulo nos diz.
Ela ensina o amor de verdade,
Ela faz todo mundo feliz!
Caridade é ação que ilumina,
MISSA que todos podem rezar,
Faz da esmola uma Hóstia Divina,
Faz do pobre Jesus no Altar!
Caridade resume a beleza
Que o Evangelho de Cristo nos traz.
É bondade, é ventura, é riqueza,
É o segredo do Amor e da Paz!
Ao Confrade uma Lei sempre guia:
Todo pobre ê imagem de Deus!
Stá escrito que os pobres, um dia,
Vão abrir-nos as portas dos Céus.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
ORAÇÃO
Oh! Meu glorioso São Vicente,
Fazei com que eu consiga te imitar
Como imitastes a Cristo
e fostes imitado por Ozanam.
Fazei com que eu reconheça o rosto de Cristo
Em cada Pobre que atravessar o meu caminho.
Que eu possa servir ao Pobre
Como vos serviste aos Pobres do seu tempo.
Contagia-me com a sua brandura,
Com a sua forma de agir.
Que eu encontre o justo equilíbrio entre
Oração, Reflexão e Ação.
Enfim, me ensina a ver os Pobres,
Como Jesus Cristo os via.
Amém
Amém
DE BELO HORIZONTE
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Culto às relíquias
Pe. Antonio Clayton Sant’Anna, C.Ss.R
A Palavra relíquias significa: restos, partículas, coisas sobrantes. È uma tendência natural do ser humano conservar objetos, lembranças e coisas pessoais dos falecidos queridos ou insignes. Essa prática passou à piedade popular cristã mediante o culto aos Mártires. Venerar nas catacumbas o corpo dilacerado pelas feras no Coliseu romano era contagiar-se de sua coragem e pedir suas preces junto a Deus. Mais tarde a Igreja embutia nos altares consagrados para a Eucaristia um fragmento de osso, a Relíquia de um Mártir ou Santo.
Enfim, os povos cultivam a memória de seus heróis, guerreiros e outros porque souberam dignificar a vida por gestos de nobreza, por virtudes e valores morais. Por isso guardam num Memorial os pertences simbólicos (as Relíquias...) de antepassados ilustres. Tais coisas e lembranças tornam-se um 'veículo de comunicação', revivem a presença deles. Como que renascem do passado! O Memorial lembra o mito antigo da fênix, ave mitológica que renascia das cinzas. Conforme a lenda, ao fim de um ciclo de vida, fênix incinerava-se para recomeçar outro a partir das próprias cinzas. Escritores cristãos dos primeiros séculos viram aí um símbolo da Ressurreição de Jesus. Não há Relíquias de Cristo: vestes, ossos, objetos (o Santo Sudário ainda é objeto de pesquisa e estudos).
'Mas, para quem Nele crê e O segue, tudo é Relíquia Dele, do Seu Mistério, do Seu Corpo humano glorificado na Ressurreição. Para nos Ele deixou os Evangelhos. Daí vieram os escritos e reflexões teológicas posteriores; a literatura, a pintura, a arte cristã de todos os séculos, bem como o testemunho da vida cristã professada até o martírio em todas as raças, culturas, profissões, idades e condições sociais. Como a seiva da orquídea vem substrato para vicejar e se renovar assim a comunidade cristã vem do Evangelho é por ele se mantém. O Evangelho é o substrato das flores bonitas geradas no testemunho de vida dos discípulos. Eles difundem o perfume de Cristo em todas as épocas da História (2Cor 2,5). O corpo do batizado ao renascer das cinzas do pecado pelos méritos de Cristo é vocacionado para superar a morte. Somos as “relíquias” do Senhor ressuscitado. "Vós sois o templo de Deus o Espírito Santo habita em vós" (1Cor 3,16). Em resumo, é legítimo o culto às Relíquias se nos levarem à vida espiritual do Santo. É errado supervalorizá-lo ou usá-lo por crendices, ignorância religiosa, prática supersticiosa ou cobiça de coletas. As Relíquias podem ser expostas e veneradas desde que sob a orientação e aprovação das autoridades eclesiásticas.
Mais do que a um objeto a veneração se dirige à dignidade pessoa humana. Ela é 'partícula' do amor criador divino, é “relíquia" de sua misericórdia. E Maria é o relicário em que Deus nos deu Jesus!
(Artigo publicado na revista de Aparecida (ano 10-Nº116 novembro de 2011)
Fotos feitas por Regiane Estevam (sob minha direção) Relíquia que se encontra no lar dos idosos Nossa Senhora de Lourdes do CC de Nova Lima.
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